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Sou um insecto. Um dos que sabem nadar, dos fofinhos.

lundi 20 juillet 2009

Bob, a construtora

Já me deixei de castelos. Agora construo cabanas.
Sempre que não tiver tecto monto uma, sem precisar de muita força. São feitas de materiais leves, de sentimentos leves e de forças fracas. São, no seu todo, neutras.
Nas minhas cabanas a vida passa ao ritmo do vento, se não houver um sopro elas mantém-se intactas, se a ventania for forte há que por de pé uma nova. Mas nunca se perde muito. E são tantas as ventanias, que a memória já desistiu de as gravar. A dor e a recordação vão com a ventania.

No dia em que o vento deixar de soprar volto a ir buscar os baldes e as pás. E nesse momento, o castelo vai ser tão grande e tão forte que nem um Lobo Mau, saído de um remake d'Os Três Porquinhos, e o seu super sopro o vão conseguir destruir.

4 commentaires:

  1. O meu castelo foi derrubado pelas barbatanas de um carteiro que tinha uma capa e não sei quê (já não me lembro da história completa, mas dizem que é gira).
    Eu continuo a fazer castelos, porque quero fazer um bonito para a princesa da foto, que é uma coisa linda. E também faço castelos porque, mesmo que caiam, a princesa me dá abraços :D (preferia chocolates, já agora)

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  2. E não deixes nunca que esses ventos te destruam nem os castelos nem as cabanas :)

    Obrigada Inês. Digo o mesmo! :D

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  3. Deixa a cabana e espera pelo castelo. Uma cabana n é digna de ti

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